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Exposições virtuais

oculoSendo o Forte de Santa Maria um espaço físico limitado, os conceituadores do projeto buscaram soluções para apresentar conjuntos de fotografias importantes num espaço pequeno. O uso de óculos virtuais permitiu, que numa pequena sala composta apenas de 5 cadeiras giratórias, apresentar ao visitante através de fotografias panorâmicas de 360º horizontais e verticais, exposições que não existem fisicamente no Forte de Santa Maria, mas que foram montadas em outros lugares e em outras épocas. A pessoa vê assim os ambientes expositivos e as fotos dos fotógrafos em alta resolução, mas também pode assistir audiovisuais, ouvir depoimentos ou qualquer outro tipo de documento audiovisual. A curadoria trabalhou assim em dois conceitos distintos.

Biblioteca de exposições

A primeira ideia foi de apresentar exposições que foram feitas em espaços expositívos clássicos, não com o objetivo de serem registradas e visitadas virtualmente, mas sim, exposições que foram visitados fisicamente por espetadores. Tratou-se nesse caso de realizar uma memória dessas exposições, registrando-as completamente através de  fotografias panorámicas, criando assim um registro virtual que pode ser visto atualmente no Forte através dos óculos virtuais. A ideia é de criar uma biblioteca de exposições virtuais formando assim uma mémoria das exposições realizadas por fotógrafos baianos. Atualmente 5 exposições desse tipo estão disponíveis no Forte:

  • As Aventuras de Pierre Verger (Pierre Verger / Museu Afro Brasil, São Paulo, 2016)
  • Roma Negra, uma cidade da Bahia (Marcelo Reis / Fragmentos, 2017)
  • Qual é o pente que te penteia? (Lázaro Roberto / Fragmentos, 2017)
  • Graffiti Salvador: Olhares Cruzados no Rastro da Tinta (Carol Garcia / Fragmentos, 2017)
  • Um certo romantismo baiano (Sinisia Coni / Fragmentos, 2017)

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Criações originais

A ideia mais original foi de produzir exposições especialmente para serem registradas virtualmente, ou seja, exposições que foram criadas fisicamente apenas com o objetivo de serem registradas para futuramente serem vistas no Forte através dos óculos virtuais, mas fisicamente, por ninguém ou quase, ninguém. Esse conceito fez todo sentido para mostrar obras fotográficas em lugares que, por diversas razões, atualmente não poderiam receber exposições, embora contextualmente teria toda lógica ver certas fotografias nesses lugares. A curadoria trabalhou assim em  projetos com diversas temáticas e diversos fotógrafos, resultando em um projeto que é quase mais próximo de instalações contemporâneas virtuais que de simples exposições de fotografia. No momento, 05 exposições desse tipo estão disponíveis para visitação no Forte de Santa Maria.

  • Adenor Gondim (Adenor Gondim / Salvador, 2016)
  • Oske (Oske / Salvador, 2016)
  • Calum da Bahia (Marcio Lima / Recôncavo Baiano, 2016)
  • Os Vales do Pati (Rui Rezende / Chapada Diamantina, 2016)
  • Além das Paredes (Coletivo Baiano / Simões Filho, 2017)

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